2005-01-06

 

PERCEBE, SENHORA MINISTRA?

Maria do Carmo Seabra, eis o nome da senhora ministra da Educação. O seu nome está indelevelmente associado às lamentáveis trapalhadas (valha a verdade que o seu antecessor deu um precioso contributo) que o ministério que tutela gerou ao preocessar a simples colocação de professores. Milhares de familias e de profissionais foram involuntáriamente envolvidos neste processo que ainda não terminou. Já aqui falámos da inenarrável decisão da ministra de considerar confidencial uma auditoria cujos resultados Nuno Morais Sarmento tinha anunciado que seriam tornados públicos.
Mas a senhora não descansa. Afectando um ar de quem acha tudo isto uma maçada, a senhora que termina todas as frases com um elegante “percebe?”, achou que essa coisa de ir ao parlamento não “é interessante”, aliás vale a pena citar a sua frase: "Telefonaram-me a perguntar se achava interessante ir e eu disse que não, porque achei que os jornalistas fariam hoje [ontem] todas as perguntas relevantes".
Acontece que a senhora não está numa qualquer “vernisage”, os seus estados de alma são completamente irrelevantes. Caso não tenha ainda percebido ocupa o cargo de ministra da Educação, e o Parlamento é um orgão de soberania onde estão os eleitos pelo Povo e que deve respeitar. Por muito que lhe possa custar os resultados da auditoria ao rocambolesco processo de colocação de professores devem ser conhecidos, doa a quem doer. Percebe, senhora ministra?

Comentários:
Não divulgam as conclusões do relatório porque não lhes é favoravel!
Devem andar à procura de alguem que não seja da cor, para acarretar com as culpas!
 
Se calhar, a Senhora não ocupa o cargo, só ocupa a cadeira e a pequenos intervalos - para descansar das 'maçadas' que o vencimento mensal lhe impõe, como permuta. E esta função - divulgação de auditorias - não fazia parte do pacote acordado.
No fim, quem vai 'pagar as favas' há-se ser o estafeta que levou, à empresa que fez a aplicação informática, o envelope com as especificações definidas pelo ministério. Qual a culpa dele? Bem grave - entregou o envelope de pernas para o ar.
DespenteadaMental
 
Estamos entregues à bicharada e o futuro não parece trazer nada de bom, mas esta corja sempre dá jeito para escrever uns posts... nunca falta inspiração... que os deuses lhes perdoem e que lhes entalem a pila no feicho eclair.
 
quando a mulher disse que se fosse preciso ia lá... realmente foi... ao cabeleireiro!na hora de serviço!
 
Os incapazes e os inabilitados são mesmo assim... não percebem!
 
Maria do Carmo Seabra, ministra da Educação é aquilo que não é, e a Assembleia da República é aquilo que é.
Só que ela ainda não compreendeu.
 
Esta Senhora é um pesadelo de si mesma. Todavia, sem querer parecer estar dentro de tão confusa cabeça, parece-me que a sua não ida ao Parlamento teve uma intenção : afrontar o ministro Sarmento, que, por diversas ocasiões, fez papel de guarda-costas da senhora ministra. O recado terá sido mais ou menos este: "vai lá tu!". O ex-presidente da Figueira deve mesmo estar a pensar em mandar fazer um ring de boxe em S. Bento para animar os dias de campanha que aí vêm. À falta de pão dá circo.

a-toupeira.blogspot.com
 
Se o “Pedro” tinha algo mais interessante que participar numa tomada de posse de Secretários de Estado pois então a Ministra da Educação seguindo o exemplo também tem algo mais interessante do que ir ao Parlamento, como o Ministro dos Negócios Estrangeiros considerou que o diplomata português tinha algo mais interessante do que ir para a Tailândia. Interessante mesmo era se estes senhores em Fevereiros fossem inequivocamente libertos destas chatices para sempre e se pudessem dedicar aos seus interessantes afazeres. Ainda na questão do PSD e sobre o seu comentário, acredito na capacidade de regeneração do PSD, os “ocupas” são em regra incipientes.
Vitor José
 
Claro que a Senhora ministra não "pecébe"... se "pecbêsse" não era ministra, muito menos deste governo. Não "tá" bom de ver?
 
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